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Uma legião de fãs chorou o 11 de outubro de 1996. Após dias de isolamento e depressão profunda, Renato Russo morria, encerrando um ciclo do rock brasileiro. Com a sua Legião Urbana, Renato tornara-se um dos maiores ídolos do país.
O conjunto formado por Renato, Marcelo Bonfá, Dado Villas-Lobos e Renato Rocha estourou em Brasília viagras anos 80 e logo conquistou todo o País com músicas que se tornaram hinos de uma geração: Que país é este?, Vento no litoral, Pais e Filhos, Será, Eduardo e Mônica, entre outras que marcaram época.
Em 1989, antes de lançar o quinto disco do Legião, Renato descobriu que portava o vírus da aids. A banda ainda teve fôlego para mais discos. O oitavo e último álbum foi lançado em setembro de 1996.
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Fonte: http://blogs.estadao.com.br/arquivo/2011/10/11/15-anos-sem-renato-russo/




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Justa homenagem ao grande poeta e inesquecível Renato Russo. Que fez, faz e continuará fazendo falta a música popular brasileira. Eu me tornei fã desse artista tardiamente, confesso pela primeira vez, que isto ocorreu após sua morte. Mas tive a oportunidade de curtir, mesmo assim, toda a sua obra, de uma maneira muito especial. Valeu grande poeta! Valeu pela lembrança meu bom amigo!
Fraterno abraço!!
J.Aglais,
Tive o privilégio de crescer ouvindo Renato Russo e outros poetas de sua época. As décadas de 80 e 90 foram as últimas melhores da música brasileira. Mas mesmo descobrindo após sua morte (como seu caso), a admiração é a mesma. Obrigado por comentar, é bom saber que a lembrança que toca aqui, toca noutros corações também.
Com Deus…
A década de 80 para mim, ficou marcada não só pelo fim da ditadura, mas também uma época do crescimento e força do ROCK NACIONAL:
Titãs, Paralamas do Sucesso, Barão Vermelho, Capital Inicial, entre outros tantos… Entretanto um banda que para mim é diferenciada, LEGIÃO URBANA, do líder polêmico,poeta, RENATO RUSSO.
Esse cara queria mudar o mundo. Uma música que até hoje eu me emociono, não só pela letra atualíssima e estar sempre presente.: “QUE PAÍS É ESTE”?!!!
É uma bela homenagem ao nosso saudoso: RENATO MANFREDINI JUNIOR.
Meu irmão Carlos Humberto,
Vc citou os titulares, e completou com “tantos outros”, certíssimo! Hoje só temos reservas (com raras excessões), outro dia falava com meu irmão “será que não dava para dividir tantos talentos da década de 80 com as próximas 10 décadas?” Mas ele respondeu que fenômenos, tendências e revoluções vêm de uma vez através de muitas vozes…
Acho que respondeu minha pergunta rs
Grande abraço meu amigo, some não!