Num campeonato de voley em Goiatuba encontrei-me com um grande amigo: o Leandro (Didi Mocó Sonrisal Colesterol Novalgina Mufuno) e recebi dele esse poema maravilhoso de Augusto Banco. Deleite-se abaixo e inspire a não deixar que sua vida seja insignificante:
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VIDA
Já perdoei erros quase imperdoáveis
Tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis
Já fiz coisas por impulso
Já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei decepcionar-me
Mas também decepcionei alguém
Já abracei para proteger.
Dei gargalhadas quando não podia
Fiz amigos eternos
Amei e fui amado
Mas também já fui rejeitado
Fui amado e não amei
Já gritei e pulei de tanta felicidade.
Já vivi do amor e fiz juras eternas
Caí muitas vezes
Já chorei a ouvir música e a ver fotografias
já liguei só para ouvir uma voz
Apaixonei-me por um sorriso
Já pensei que fosse morrer de tanta saudade
Tive medo de perder alguém especial e acabei por perder
Mas vivi.
Bom mesmo é ir à luta com determinação
Abraçar a vida e viver com paixão
Perder com classe e vencer com ousadia
Porque o mundo pertence a que se atreve
E a vida é muito para ser insignificante
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Oie!
Anjo, eu tbm achava que esse txt “Já perdoei erros…” era do Chaplin, mas vi que é de um poeta chamado Augusto Branco. Só olhar no google ou no you tube pra conferir ;D
Beijinhos!!
Olá Sofia!
Muito obrigado pela informação, fiz a correção.
Obrigado pelo “anjo” rs
Abraço
q paia ele copiou de um email
Olá Vick,
Desculpe pela falta de originalidade, mas falta de sinceridade não foi, pois já no início, disse que recebi de um amigo um poema que recebeu de uma terceira pessoa. Se meu amigo copiou de um e-mail não sei, eu copiei de uma folha A4, não só de e-mails as pessoas recebem poemas, existem livros escritos e impressos. Aliás “originalmente” eu achava que era do Chaplin, mas a Sofia me corrigiu. Gostaria de corrigir o erro contigo também, dê uma voltinha pelo blog, principalmente nas últimas postagens (pois as antigas escritas por mim já retirei), que bom ou ruim, verá alguma coisa original, no final estará escrito: Lucianno Di Mendonça