David Livingstone (no centro da foto de azul) nasceu na Escócia, em 1813. Em sua mocidade, ele decidiu-se à propagar o cristianismo na África e tornou-se o maior missionário que aquele continente já conheceu.
Em suas viagens pelo interior da África, ele estudou a natureza e descobriu dezenas de espécies de raízes comestíveis e de frutos do deserto, que não eram cultivados.
Com esses estudos tornou-se um médico naturalista, ajudando pessoas que vinham de povoados às vezes muito distantes, para receberem seu tratamento.
Percorreu todo o interior da África, onde perdeu sua própria esposa, vitimada por uma febre fatal. Mesmo assim, continuou sua missão de pregar o amor de Cristo.
Estava muito próximo de realizar um de seus sonhos, que era encontrar a nascente do rio Nilo, quando faleceu. Certo dia seus companheiros de peregrinação o encontraram morto de joelhos ao lado da cama; no momento de sua partida, estivera conversando com Deus, de quem sempre falava aos nativos. Ali mesmo, em baixo de uma árvore, foi enterrado o coração de Livingstone.
Durante alguns meses, os companheiros africanos de Livingstone levaram seu corpo embalsamado, até a costa do Atlântico, onde seria transportado para sua terra natal.
Na Abadia de Westminster, ele foi sepultado entre os monumentos de reis e heróis da Inglaterra.
Em seu túmulo, foi escrito: “O coração de Livingstone ficou na África, seu corpo descansa na Inglaterra, mas sua obra continua.”
Anos mais tarde, outros missionários resolveram retomar os caminhos de Livingstone na África.
Quando começaram a falar de Cristo e de seu amor, ficaram surpresos ao ouvir dos nativos:
“Nós já conhecemos esse homem! Ele viveu aqui conosco!
“Não é bem isso”, disse o missionário.
Estamos falando de Jesus Cristo, que viveu há quase dois mil anos”- explicaram os missionários ingleses.
“O homem que você falou esteve por aqui também” – responderam os africanos.
Livingstone, em seu amor por Cristo foi tão grande que foi confundido com o próprio Cristo…
ejesus.com.br
Esta história nos mostra o verdadeiro sentido da páscoa que é viver a Vida de Jesus Cristo todos os dias até o fim, assim como David Livingstone viveu…
Mostra também que quem faz com amor é confundido com quem é o Amor…
Mostra que uma obra feita com amor nunca morre, pois “…agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, mas o maior destes é o amor”, (1Co 13.13) ou seja, além de permanecer depois da morte, ainda é o maior…
Mostra também que muitos vezes as pessoas falam de algo (alguém) que não conhecem e não tem convicção, como no caso dos últimos missionários, pois eles estavam pregando exatamente isso: que Jesus pode habitar dentro do ser humano e fazer dele sua imagem e semelhança, e com isso, mais que ser confundido, mostrar o próprio Cristo!
Esse história real mostra também que onde menos esperamos, as pessoas mais rejeitadadas, podem ser as mais amadas por Deus e por isso mais felizes, afinal se Jesus passou por lá e foi bem recebido, com certeza permaneceu…
E por fim, sei que tem um preço, mas quero ser desses, que as pessoas pelas quais passou pela minha vida, não se lembrem de mim, mas d’Ele…
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Seems different from your previous posts. Did YOU write this post, or someone else did? Anyway, I think your readers really enjoyed reading it.